sábado, 17 de janeiro de 2015

Dilma volta ao palco, escorrega e cai feio


Marco Archer, ao lado de seu advogado (Foto Divulgação/FSP).

Há dois dias o insuspeito Ricardo Kotscho reclamou do sumiço da presidente Dilma Rousseff. Pois bem meu caro, eis que a presidente reapareceu.

Provavelmente esteve desaparecida, submersa pelas péssimas notícias sobre os monumentais escândalos envolvendo a Petrobras.

Quem sabe também pela saraivada de críticas que vem recebendo, especialmente vindas da esquerda, por conta da montagem de seu ministério arqui-conservador.

E também porque o País viu a “marolinha” do Lula da Silva se transformar numa tsunami que vai afogar boa parte dos sonhos dos brasileiros neste 2015, e jogar a Grande Terra de Tupã ladeira abaixo no ranking mundial do PIB.

Mas eis que a presidente voltou para falar dos brasileiros que estão sendo mortos pelo governo da indonésia, mas não contente em pedir em favor de suas vidas, mandou uma ameaça nada velada ao presidente Joko Widodo.

Uau, quanta bravata!

Vá lá que a presidente Dilma Rousseff tenha dois bons motivos para apelar pela vida dos traficantes:

- um porque ela é humanista e os humanistas são contrários à “pena capital”;

- dois porque ela é presidente do Brasil, o que quer dizer ser a principal responsável pela segurança e pela vida de todos nós brasileiros.

OK. Mas termina por aí a sua atuação nesse palco, senhora presidente.

Leis são leis, e lá como cá estão aí para serem cumpridas, e não devem ser desobedecidas nem com papo-furado ou com apelos lacrimosos e pseudo humanistas.

É cruel um Estado matar alguém por conta de meia dúzia de papelotes de cocaína?

Seria até se fosse por conta de 20 contêineres.

Mas são as leis de lá, e com elas Dilma Rousseff não tem nada ver.

O melhor mesmo, Dilma Rousseff, é cuidar da nossa economia, da nossa segurança e da crise que taí batendo na nossa porta, nos ameaçando a nos levar para o fundo do Oceano Atlântico, bem juntinhos ao hoje já moribundo sonho do pré-sal.