quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

SOCORRO! Os comunistas estão tomando conta do mundo



Brincadeiras e provocações à parte há que se notar que as teses conservadoras de direita (porque há sim conservadores de esquerda) estão sendo desconstruídas e decompostas dia a dia.

Na clipagem abaixo, há uma extensa indicação de matérias sobre o avanço histórico nas relações entre Cuba-EUA, o que, na prática, coloca um fim ao embargo econômico à Ilha, que dura mais de 50 anos, e ainda é um resquício da Guerra Fria.

E, em paralelo, trata-se de uma grande vitória da política externa brasileira.

Coxinhas

Costuma-se identificar todo o sujeito que protesta por qualquer coisa contra o governo de “coxinha”.

A expressão surgiu em SP em meio às manifestações de junho do ano passado.

É, atualmente, uma generalização, um minimalismo que joga num mesmo balde, no mesmo caldo ideológico, gente de direita, fascistas ou simples protestantes sem uma bandeira muito clara, a não ser à da insatisfação.

É preciso separar um pouco a coisa, dizendo que há gente sim de direita no Brasil, gente de ideias liberais (em economia), mas que não pode ser confundida com a extrema direita, essa gente raivosa que pede a volta da ditadura e a supressão dos avanços sociais, muito especialmente aqueles que dizem respeito às mulheres, a gays e lésbicas, aos índios e etc.

Há que se identificar melhor, igualmente, o que é “ser coxinha”.

Normalmente jovem, de ambos os sexos; gente das estratificações médias da sociedade; com baixa tradição de leitura; gente que acredita que poderia se dar melhor na vida (financeiramente), mas que por alguma razão está estacionada num padrão de vida medíocre, mas que exige muito, embora a vida, a realidade lhe dê pouco mais do que uma sobrevivência.

Normalmente é gente refém do discurso estereotipado da mídia, aquele discurso que aponta e indica erros em qualquer ação e/ou projeto do governo.

Gente assim é fácil de manipular. Basta estruturar um discurso moralista, como, por exemplo, o da corrupção.

Essa gente (os “coxinhas”) não consegue perceber, por exemplo, o quanto foi importante os investimentos brasileiros no porto de Mariel (Cuba).

Se fossem minimamente informados e intelectualmente melhor evoluídos, teriam percebido que esse blábláblá contra o porto tinha (e tem) alguma coisa de errado, especialmente depois que um dirigente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) – veja no clipping abaixo – elogiou a iniciativa do governo federal.

Dilma

Na sua coluna de hoje, o jornalista Ricardo Kotscho tenta explicar por que, em meio à crise da Petrobras, e ao forte bombardeio a que está submetida, mesmo assim a aprovação de Dilma Rousseff subiu para 52%.

Já esteve mais alto, é verdade, e já chegou até a ultrapassar à melhor performance de Lula. As manifestações de junho do ano passado e a sequencia de ataques que recebeu (e recebe) da mídia fizeram o seu prestigio cair.

Agora volta a subir, e não dará para se admirar se voltar a bater na casa dos 80% (onde já esteve).

Eis mais uma derrota dos “coxinhas”, que não entendem como isso pode ocorrer em meio a tantas denúncias de corrupção no governo federal.

Não entendem porque não tem capacidade de entender.
Porque não leem.
Porque não estudam.
Porque se fixam apenas numa banda do noticiário.
Mas, especialmente, porque não perceberam que no Brasil não existem apenas coxinhas. Muito pelo contrário.

GRAÇAS A DEUS!

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