sábado, 20 de setembro de 2014

Uma caixa de pandora de promessas

Crédito da charge: capitaldopantanal.com.br 
Um candidato à câmara federal aqui no Amazonas promete que vai propor uma lei para estender a licença maternidade às mães que tiverem algum filho com qualquer tipo de deficiência.

Besteira dupla.

Primeiro ele não vai propor lei alguma nesse sentido.

Segundo, esse tipo de lei não tem qualquer sentido, posto que a razão das leis é ser extensiva a todos, sem discriminações.

Em São Paulo um candidato-pastor disse que fará uma lei para confinar “os gays” numa ilha.

Levou tanta pancada que já retirou a besteira da pauta das promessas.

O partido e a coligação deveriam fazer melhor. Elimina-lo da lista de candidato por homofobia.

Marina Silva promete mundos e fundos, mas mundos e fundos que já existem, pois são programas e projetos que o PT já leva adiante.

Aécio Neves, ou Never, como queiram, também promete o diabo a quatro.

Ele só não explica a questão dos aeroportos do interior de Minas e a perseguição a blogueiros e a tuiteiros.

É meio maluco esse sujeito.

Há anos escrevi que Aécio Neves não ganha eleição nem para síndico.

Não vai ganhar e ainda corre o perigo que virar o coveiro do PSDB.

Assustada com o vai e vem das pesquisas, Dilma Rousseff também passou a prometer uma série de coisas sem sentido.

O seu partido está no poder há 12 anos, fez uma bruta revolução social, cujos programas são elogiados no exterior e muitos deles adotados pela ONU.

Qual é o sentido de prometer, prometer, prometer?

Na prática, nenhum.

Ninguém acredita em promessas.


Mas todos insistem nessa baboseira.