terça-feira, 18 de novembro de 2014

SE LIGA! Como a imprensa está comendo o cérebro do brasileiro


Crédito da ilustração: blogs.lainformacion.com

A editora Abril está se esforçando – há anos – um bocado para destruir o cérebro do brasileiro.

E não estou falando necessariamente da revista Veja. Boa parte dos seus colunistas, tipo Mainardi (que não está mais), Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes (este é até um bom jornalista) é formada por farsantes, que nem acreditam muito no que dizem, apenas são regiamente pagos para dizer.

É uma forma de viver, assim como a dos assassinos de aluguel. Uma profissão.

Também não entro muito na onda da demonização do Olavo de Carvalho, o filósofo (sic) que para muita gente é o guru dessa gente toda de direita.

Não é não! É outro farsante, gente de poucas luzes, e que escreve mal pra cachorro.

O caso dos coxinhas pedindo intervenção militar e a volta da ditadura no País desnuda essa farsa toda: Azevedo, Carvalho e até Lobão ficaram putos da cara com essa sandice.

Se fossem realmente reaças e de direita endossariam essa patacoada. Não endossaram, muito pelo contrário.

Mas voltemos à editora Abril e à sua síndrome da ameba Naegleria fowleri que come cérebros, provoca infecção fatal nas meninges, afeta o sistema nervoso central e leva a vítima a óbito.

Boa parte dos coxinhas já morreu... apenas não sabe disso.

O papelzinho sujo melhor acabado da editora dos Civita é feito pela revista Caras, um amontoado de sandices alienantes.

Pra que você não se esforce muito e não tenha de ficar pesquisando muito vá até o site da Caras e veja uma importantíssima matéria sobre a atriz (sic) Jennifer Lawrence e seu mau hálito.

É uma matéria capaz de alterar a órbita de Terra, desvendar todos os mistérios do buraco negro e ainda fazer o índice Bovespa subir para a estratosfera.

Na realidade, é isso que os coxinhas leem, afinal o paraíso fica na Flórida, e é detestável viver no Brasil, um país sujo e quente, cheio de índios e pretos.


Como viver por aqui? Que horror!

Overdose

E falando em quentura, índios e sujeira, vou lembrar do coxinha Cazuza (esse mesmo no qual você está pensando) que numa entrevista a uma revista que não existe mais (mas que também era coxinha) classificou Manaus, a capital do Amazonas, como uma cidade feia, suja, com um teatro no meio (o soberbo Teatro Amazonas), cercado por índios fedidos por todo lado.

Não se iluda com os seus ídolos. Eles não apenas morrem de overdose, como também de falar besteiras em excesso.

Quem também colabora um bocado com a coxice é a Folha de São Paulo com suas matérias estúpidas e idiotas sobre ricos & famosos, especialmente se esses R&F forem norte-americanos, e artistas (sic) de Hollywood.

Quem acompanha muito bem essas idiotices amébicas é o jornalista Carlinhos Brickmann, que tem uma ótima coluna no Observatório da Imprensa.

Ele meio que se especializou em divulgar (e criticar acidamente) esse bobajal todo.

Não por acaso, óbvio, 100 a cada 100 coxinhas quer morar em Miami, uma das cidades mais feias dos EUA, com umas praias pavorosas, um índice de criminalidade nas alturas e com um dos sistemas carcerários mais podres e violentos daquele País.

Violento e corrupto, num sistema carcerário todo ele corrompido pela corrupção capitalista.

Os coxinhas, que tanto amam Miami, deveriam assistir a uns bons documentários que pululam nas TVs pagas.

Vão cair de costas. Ou, como é de se esperar, achar que os documentários foram pagos com o dinheiro do Mensalão do PT ou com a farta e sobrante grana de Cuba ou com os lucros da PDVSA.

Nenhum comentário:

Postar um comentário