terça-feira, 18 de novembro de 2014

Os furacões são machistas e o PT quer derrubar a petista Dilma Rousseff da Presidência


Crédito da foto: www.metsul.com

Há alguns anos as feministas estrilaram por que (?) os nomes de furacão são sempre femininos.

O mais famoso deles foi o Katrina, que devastou News Orleans, nos EUA, afetando, indistintamente, mulheres e homens, meninas e meninos, velhinhas e velhinhos.

Ocorre que não são. Os furacões, como todos os fenômenos da natureza, têm nomes técnicos e para consumo da plebe rude um recebe nome masculino e o seguinte, feminino, e assim sucessivamente.

Por coincidência, mas apenas por coincidência, alguns dos furacões mais violentos e devastadores do Golfo do México, do Caribe e adjacências eram exatamente aqueles que tinham nomes femininos.

Gente que não tem o que fazer procura pêlo em casca de ovo e algumas vezes até encontra.

Queda de Dilma

Crédito da foto: veja.abril.com.br
A nova modalidade de paranoia da praça (brasileira) dá conta de que Dias Tofolli, em conluio com Gilmar Mendes, está perpetrando um golpe para apear a feminista e petista Dilma Rousseff da Presidência da República.

Como homem gosta de perseguir a mulherada!

Mas justo o Tofolli, peixinho do Lula da Silva, querendo derrubar a Dilma?

Com a anuência do chefe e guru?

Esses homens, viu?

A tese é tão estúpida e esdrúxula que até dá uma preguiça danada de acompanhar todo esse qué qué qué.

Meu São Genaro, ou melhor, meu São Judas Tadeu, que diabo é isso?

Será que as pessoas já perceberam que estamos numa República?

Eu já estou até careca (e estou careca mesmo) de lembrar à massa ignara esse simples detalhezinho da vida cotidiana do Brasil.

Lembrá-la de que numa República os poderes são independentes, que as leis funcionam, que a Constituição federal está em vigência, essa patacoada toda.

Mas vamos ter de conviver com isso por um bom tempo.

Até que apareça em algum outro canto da Terra um novo furacão com nome feminino ou que uma nova paranoia se instale em terras tupinambaras.

Guenta, então! Quem mandou?

Nenhum comentário:

Postar um comentário