quinta-feira, 13 de novembro de 2014

As estilingadas certeiras de Carvalho e Marta contra a presidente Dilma


Crédito da foto: listagram.com.br

Estão corretíssimos Gilberto Carvalho e Marta Suplicy ao alvejar os desvios e as novas ameaças no novo governo da presidente Dilma Rousseff.

As esquerdas estão iradas. Mas quando não estão? É notório o mau humor esquerdista.

Sem autocritica não se anda. As esquerdas nunca souberam fazer isso. Tomam como traição e revisionismo.

Revisionismo (que já esteve na moda na Europa) diz respeito, a rigor, à revisão e à atualização da teoria marxista. Mas, por empréstimo, vale aqui também.

No resumo da ópera Carvalho diz que Dilma precisa se aproximar mais das bases sociais, da sociedade, ouvir os seus clamores, dúvidas e necessidades.

Não fez isto durante os quatro anos de governo, e ameaça não fazer de novo.

Quase perde a eleição por conta disso. Já disse isso aqui várias vezes.

Marta fala do pouco caso e do pouco prestígio que Dilma dedicou à área da cultura.

Neste primeiro governo dilmista houve o que se poderia chamar por aqui de dirigismo, de privilégio nos editais e nos programas às mulheres e aos negros.

Uau!

Isso tem a ver com o majoritarismo: mulheres, pouco mais de 50% da população brasileira, afrodescendentes, 51% da população brasileira?

Certamente que sim. Mas quase não funcionou como mostram os números eleitorais.

Claro que há vontades políticas por trás de ambas as falas. Ninguém nasceu ontem para acreditar em papai noel.

Mas a essência das críticas de Carvalho e de Marta é perfeita.

A seguir a sua canoinha nessa remada, Dilma pode inviabilizar uma desejada quinta vitória do PT nas eleições de 2018.

Se emenda, Dilma!

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