quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Eleição, cervejas e outras bobagens

Crédito: catracalivre.com.br 
Desta vez não tivemos bolinha de papel e nem aquele quéquéqué todo a respeito do aborto, aliás, com a inestimável ajuda de um bispo católico da grande São Paulo e da ex-senhora Zé Serra, que, mais uma vez aliás, havia feito aborto.

Um babosal sem tamanho que não serviu pra nada.

Lula deixava o governo com mais de 80 por cento de aprovação e levou Dilma para o Palácio do Planalto.

Este ano a história são histórias, 3: corrupção, incompetência e ataques pessoais.

Marina que ainda luta para pelo menos ir ao segundo turno acabou sendo a vítima das vítimas.

Fez cara de vítima e pelo jeito vai se ferrar.

Porém, contundo, no entanto, todavia, alguma coisa ficou fora da ordem.

Todo mundo evita falar no tal do desenvolvimento que tem destruído gentes, plantas e bichos.
  
Marina Silva teve de ir aos EUA num beija mão ridículo, e se explicar que não é bem assim.

Ela é verde, mas sabe como é que é, no sol forte brasileiro a fruta amadurece rapidinho.

Aécio continua enrolado com histórias  de aviação – aeroportos e helicópteros e outros PÓrens.

Enquanto houver um iphone novo pra comprar Dilma faz de conta que os índios não existem e vai tocando as suas obras no meio da floresta.

O que também não está se discutindo é a questão da violência, boa parte dela provocada pelo crime organizado, crime organizado que está, em boa parte dele, organizado pelas forças que deveriam combatê-lo.

O governo federal bem poderia acabar com essa historinha, ou pelo menos ameniza-la.

Mas interessa não.

A corrupção é a tese mais patética. Num país em que as elites são intrinsecamente corruptas passar esse abacaxi para o PT é pra lá de ridículo.

Do que está posto na mesa, a tese da incompetência também é tonta. Com tantos números a mostrar e com tantos projetos sendo copiados no exterior, querer pregar no PT essa pecha é ineficaz, esdrúxula e infantil.

Os ataques pessoais realmente são péssimo.

Ninguém perdoa ninguém.


Nem parece que essa gente toda vai tomar uma cervejinha juntos logo depois do expediente.

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