terça-feira, 23 de setembro de 2014

Fernando Haddad, o Belo, vem de super-herói (?)

Crédito da Foto: Reprodução \ Terra Magazine
Fernando Haddad, o atual prefeito petista de São Paulo, periga se transformar no super-herói que Lula e o PT estavam procurando há anos.

Deve ser o homem a suceder a mulher no Planalto, em 2019.

Haddad, por quem mulheres petistas e não-petistas rasgam blusas, é tido como um homem belo. E inteligente e eficaz.

É mais: é um intelectual de fina estampa.

O PT sofreu um bocado quando Lula enfrentou outro Fernando, o Collor de Mello. Sabe que perdeu um bocado de votos para a beleza esquizofrênica do “caçador de marajás”.

Agora poderá dar o troco em dose mais do que dupla, pois o “caçador” era e é um grosseirão, machista, meio idiota e megalomaníaco – além de esquizofrênico.

Haddad foi ministro da Educação de Lula por 7 anos.

Fez uma baita de uma revolução.

Alterou os patamares do ensino técnico (médio profissionalizante) no Brasil, mexeu profundamente com as universidades, interiorizou o ensino de qualidade, criou bolsas de estudos, deu origem a mecanismos que facilitam o acesso dos pobres à universidade, e criou as bases que permitiram à presidente Dilma Rousseff estartar o Ciência sem Fronteiras.

Por essas e por outras se tornou prefeito de São Paulo, de longe a cidade mais importante e mais influente do País.

Tornou –se sob protestos, urros e uivos da elite conservadora paulista, da imprensa e da parte mais abestalhada da classe média – essa massa de manobra inocente e bobona das oligarquias que teimam em não sair da casa grande – no terceiro prefeito petista de Sampa.

Haddad vai batendo de frente com os interesses mesquinhos de quem teima em querer manter São Paulo como uma sesmaria dos poderosos.

Mexe com a mobilidade urbana da desvairada capital de todos os paulistas, sob protestos, urros e uivos da elite conservadora paulista, da imprensa e da parte mais abestalhada da classe média.

E vai vencendo. E vai se impondo. E vai tentado, pelo menos tentado, transformar a capital paulista num gueto menos insalubre, menos estúpido, menos excludente e mais arejado.

Com isso vai pavimentando seu caminho para o Planalto.

Quem pode com o Belo?

Leia mais:
http://terramagazine.terra.com.br/bobfernandes/blog/2014/09/23/na-contramao-fernando-haddad-encara-e-cresce/

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