sábado, 7 de junho de 2014

O fascismo dos fascistas “Anonymous”



Bem... eu não vou posar aqui de modesto, que modesto nunca fui, não sou e nem pretendo ser em tempo algum.

Há pouco mais de dois anos falava eu sozinho neste afalaire do caráter fascista do grupo “Anonymous”.

São uns fascistinhas de merda, uns grandíssimos filhos-da-puta.

Cara, preste atenção, quando niilistas (1) e hedonistas (2) defendem esse tipo de gente e se alinham aos seus lados coisa boa não é.

E os “Anonymous” incensados por fernandos e marcelos é um caso para você pensar se você é realmente inteligente por não perceber a imbricação que existe na atuação desses grupelhos fascista e seus adoradores nos meios sociais, no sentido da desconstrução das ideologias, da política, dos grupos sociais organizados, dos estados nacionais, das nacionalidades, das culturas e dos nacionalismos.

Esse tipo de gente é braço armado do capital internacional que tenta destruir (não conseguirão) as sociedades culturais, para que possa nadar de braçada, dominar povos e ampliar lucros.

Só não vê isso quem é muito burro e idiota.

Pois então, dois bons textos para mostrar quem são esses merdas desses fascistas, e o que eles fazem.

E fazem coisas que estão fodendo com você e o seu futuro.

Boa leitura, e vê se acorda pelo menos para cuspir.

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“O que está por trás do italeaks”

[(Jornal do Brasil) - Os “hackers” que se identificam como “anonymous”, envolvidos na espionagem contra o Itamaraty, colocaram em circulação, na internet, cerca de 100 mensagens de e-mail, trocadas por diplomatas brasileiros. Elas estão sendo analisadas pela PF e pelo próprio ministério, para determinar sua origem e autenticidade.    

O fato de o Itamaraty ter sido escolhido como alvo de espionagem é significativo  - e exige rigor na identificação da origem e do propósito dos autores da operação.

Quando estourou o escândalo do Wikileaks, ele se baseou, em boa parte, na divulgação de correspondência diplomática - e-mails e mensagens internas - do Departamento de Estado, o Ministério das Relações Exteriores dos Estados Unidos. Não é segredo também, que, aos norte-americanos, não agradou o fato de as informações sobre o escândalo da espionagem da NSA terem sido divulgadas pelo jornalista inglês Glenn Greenwald, amigo de Edward Snowden, a partir do território brasileiro.

Sempre houve a suspeita de que os Anonymous, que exerceram papel significativo na campanha de desestabilização institucional promovida, a partir da internet, no ano passado, nesta mesma época do ano, estivessem ligados a interesses externos.

As mensagens do Itamaraty escolhidas, até agora, para serem divulgadas, contrariam, coincidentemente, todas elas, posições norte-americanas e o discurso adotado pelos EUA na ONU, na imprensa internacional e em instituições multilaterais, em questões nas quais o Brasil se tem oposto aos Estados Unidos nos últimos anos.

Esse é o caso da rejeição a sanções contra o Irã, da defesa do diálogo, da via diplomática e do direito ao uso da energia nuclear para fins pacíficos; da espionagem do Brasil pela NSA; e da defesa de Cuba, quanto à sua classificação pelos Estados Unidos, como estado terrorista - temas abordados nas mensagens divulgadas.

Se o grupo que está por trás da infiltração, tinha a intenção de colocar o Brasil contra a parede, com a divulgação dos documentos do Itamaraty, tratou-se - pelo menos até agora - de um tiro pela culatra.

Os documentos divulgados por Julian Assange e seus colaboradores no Wikileaks, expuseram ao mundo a arrogância norte-americana; seu desrespeito pelos outros países; por personalidades; pelas regras diplomáticas. Os documentos denunciaram também nefasta e rasteira manipulação das relações internacionais, a fim de preservar atitude hegemônica e imperial com relação ao resto do mundo.

Os e-mails do Itamaraty provam - ao menos pelo que foi divulgado até agora - que somos, no âmbito diplomático, uma nação equilibrada, coerente, e democrática, empenhada na defesa da paz, do multilateralismo e - salvo por expresso mandato da ONU - do princípio de não intervenção, em estrita obediência ao nosso texto constitucional.]     


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“FBI ajudou hacker e “Anonymous” a invadir sites brasileiros”

[A notícia, que o Conversa Afiada divulgou em primeira mão no Brasil, saiu hoje no site Motherboard, um dos mantidos pela prestigiosa revista americano Vice, que existe há 20 anos.

Não é sensacionalismo irresponsável como a história do Estadão sobre blackblocs e PCC.

São documentos oficiais, transcrições constantes do julgamento do hacker “Sabu”, aliás Hector Xavier Monsegur, condenado por fraude, espionagem comercial e falsa identidade.

Estão todos no Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova York.

Sabu trabalhava sob a supervisão do FBI e, com a ajuda de um “Anonymous” brasileiro, invadiu sites governamentais e comerciais no Brasil, quando já estava sob o controle de agentes do governo americano.

Diversos domínios “.gov”  e “.com”, inclusive a globo.com.

Tudo em 2011 e 2012.

As páginas e vídeos do comparsa de “Sabu”, o “AntiSec” (desaparecido desde que se tornou pública a prisão do hacker americano) continuam no ar.


Só que há provas agora de sua ligação com as atividades do grupo no Brasil. Que continua atuando sob outros nomes.

Será que a “imprensa investigativa” vai se interessar pela revelação?

E os nossos inefáveis ministros da Justiça e das Comunicações, José Eduardo Cardozo e Paulo Bernardo, vão deixar, de novo, Dilma Rousseff ter de reagir sozinha em protesto contra uma ação supervisionada pelo Governo americano – pois o FBI é isso, não é? -invadir nossas comunicações eletrônicas?

Ou isso é normal?]


(1) Niilismo é uma doutrina filosófica que afirma um pessimismo e ceticismo absolutos perante qualquer realidade possível. Consiste na negação de todos os princípios religiosos, políticos e sociais. (http://www.significados.com.br/niilismo/ ).

(2) Hedonismo consiste em uma doutrina moral em que a busca pelo prazer é o único propósito da vida.
A palavra hedonismo vem do grego hedonikos, que significa "prazeroso", já que hedon significa prazer. Como uma filosofia, o hedonismo surgiu na Grécia e teve Epicuro e Aristipo de Cirene como alguns dos nomes mais importantes.
Esta doutrina moral teve a sua origem nos cirenaicos (fundada por Aristipo de Cirene), epicuristas antigos. O hedonismo determina que o bem supremo, ou seja, o fim último da ação, é o prazer. Neste caso, "prazer" significa algo mais que o mero prazer sensual. Os utilitaristas ingleses (Bentham e Stuart Mill) foram os continuadores do hedonismo antigo.( http://www.significados.com.br/hedonismo/ )

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