sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Jogo da Copa em Manaus e Cuiabá foi pura demagogia de Lula da Silva



O ex-presidente Lula da Silva quis agradar gregos, troianos, manauaras e cuiabanos.

De olho no voto (e noutras coisitas) naturalmente.

Antes que alguém tenha um infarto na poltrona.

Conheço muito bem Cuiabá. Já fui por lá trabalhar diversas vezes.

Mas posso falar melhor de Manaus. Morei na capital amazonense por cerca de 6 anos.

É a única cidade – entre as 17 em que já morei – que ponderei em voltar a morar.

Cuiabá

A capital mato-grossense é um forno a céu aberto. Tive o desprazer de ficar preso num elevador por lá por mais de 20 minutos.

Um elevador cheio de gente tão grande e tão pesada quanto eu.

Imaginei que o resgate não iria chegar nunca.

É por isso que não gosto de Cuiabá?

Não. Nem gosto, nem desgosto da cidade. Apenas ela é confusa demais, tem uma infraestrutura mais confusa ainda e é quente pra burro.

Manaus

A capital amazonense é extraordinária. Tenho bons amigos por lá. As pessoas são solidárias (às vezes até de mais).

Como todas as cidades, têm os seus problemas: é violenta, a infraestrutura é precária, a educação é péssima e é quente pra burro.

Futebol

Copa do Mundo é um evento de profissionais, que envolve dinheiro, atletas de alto rendimento e um bocado de interesses.

Bilhões de pessoas assistem à Copa pela TV.

Submeter os jogadores a temperaturas altíssimas, com umidade relativa do ar mais alta ainda é desumano.

De fora

Outras cidades também são bastante quentes – afinal estamos nos trópicos.

Para falar de duas: Natal e Salvador.

Mas por lá tem o mar e a sua extraordinária brisa, o que ameniza (mas não refresca muito) o problema.

Amanhã

Na demagogia lulopetista ficaram de fora duas cidades que são igualmente quentes, mas bem menos precárias: Goiânia (Goiás) e Belém (Pará).

Sinceramente espero que ano que vem tudo dê certo.

Não estou preocupado com o Lula da Silva e a sua demagogia eleitoreira (só para ficar nisso).

Estou preocupado com os atletas, os juízes e especialmente com os torcedores.

É meio elementar esperar de alguma coisa grave vá acontecer durante a competição.

Não há outra alternativa no horizonte.

E mais: a experiência brasileira pode alterar o futuro das competições da Fifa, ou alguém acha que principalmente os europeus vão querer encarar outra maratona tropicalista como essa?

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