terça-feira, 17 de setembro de 2013

Não pinte o cabelo não, Obama



Os parcos e, obviamente, muito simpáticos leitores deste afalaire sabem que sou fã de carteirinha do presidente Barack Obama.

Aliás, já mandei, por aqui, um recado para o presidente, pedindo uma foto autografada.

Mas não pode ser aqueles autógrafos de carimbinho ou que já vêm impressos na foto.

Se vier assim, eu mando de volta.

Mas não veio, e acho que não vem. Acho que o Obama não é dessas presepadas.

Cãs

Obama chegou à Casa Branca bonito, ereto, elegante, de cabelos pretinhos.

Agora tá um caco: magro, meio curvado, abatido e com as cãs meio que brancas.

Sossegue! A redundância é proposital. Faz parte do estilo do blogueiro.

Paga

É a paga do cargo.

Todo presidente sai, depois de uma jornada, com os cabelos brancos ou parcialmente brancos.

Isso acontece também com treinador da Seleção Brasileira de Futebol.

Menos com o Felipão que tem cara de milho verde.

Não muda nunca.

As mulheres não têm esse problema. Elas pintam o cabelo.

Não vá fazer uma coisa dessa não, Obama.

História

Curvatura da espinha, abatimento, rugas, cabelos brancos contam a história das pessoas.

É isso que Obama vai levar para o resto da vida.

Quando for dar alguma palestra – no pós-presidência - nem precisará falar. Basta exibir o seu esqueleto gasto e carcomido que tudo estará claro.

Lá estarão impressos o Tea Party, os Falcões do Pentágono, a indústria armamentista, o desemprego, os loser, os negros que caíram no discurso da direita, o Afeganistão, o Iraque, Israel, a Síria e até essa presepada da Dilma Rousseff de não ir aos EUA, em outubro, por conta dessa bobagem da espionagem.

Brasil, Brasil!

Dilma, Dilma. Isso é coisa de esquerdista bobão. De gente que acha que ofender uma “otoridade” é alguma coisa digna de se fazer e de se orgulhar.

Besteira, presidente/a!

Você e Obama estão na mesma canoa.

E remando pro mesmo lado: contra a correnteza.

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