domingo, 8 de setembro de 2013

As malandrices da Folha de São Paulo contra o ‘Mais Médicos’



Em matéria de hoje – “Médicos se queixam de infraestrutura no interior do Amazonas” - http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/09/1338680-medicos-se-queixam-de-estrutura-no-am.shtml - o jornal FSP mostra o caso de uma mulher, Elcilene Ribeiro Gonçalves, que no interior do Amazonas foi diagnosticada com virose pelo médico peruano Lorenzo Giovanni Marcos, “sem nem sequer examiná-la”, enquanto prescrevia a receita.

É mesmo?

Pois eu tenho algumas péssimas notícias para a FSP e para os odiadores do programa “Mais Médicos”.

O médico que fez meu exame quando fui “tirar” a carteira de motorista sequer tirou os olhos do prontuário, não viu a minha cara, não mediu minha pressão. Apenas se limitou a perguntar meu peso e minha altura, e assinou o papelório.

Não, não foi num rincão qualquer do Brasil. O fato ocorreu na suntuosa avenida Brigadeiro Faria Lima, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Um tempo depois ou antes (não lembro ao certo) uma junta médica (três médicos especialistas em alguma coisa) diagnosticou que eu “sofria do coração”.

Não, não foi num rincão qualquer do Brasil. O fato ocorreu na também suntuosa avenida Angélica, em São Paulo.


Me receitaram um “comprimidinho” que me deixava sonolento o dia inteiro.

Quem me livrou dessa foi minha mãe, ao dizer que eu “tinha” asma e me levou a um médico de família, daqueles que conversam com você, medem sua pressão, essas coisas todas.

Na mesma época, uma mulher, em Sorocaba, no interior de São Paulo, morreu dias depois de uma operação no intestino.

Infecção hospitalar?

Nada disso! Os “profissionais de medicina sorocabanos” haviam esquecido um pedaço de gaze nas entranhas da paciente.

Recentemente, também em São Paulo, um garoto teve uma perna amputada.

Não era necessária a amputação da perna.

Bizarro: a perna que apresentava problemas não foi a amputada.

O que o jornal quer com isso?

Eu, você, todos os torcedores de futebol no Brasil e os frequentadores de shopping center temos centenas de milhares de historietas como essas para serem contatadas.

As perguntas, portanto, que devem ser feitas, ao se ler uma matéria como essa, são:

- por que a FSP não fez esse tipo de matéria anteriormente?;

- por que a FSP escolheu justamente um caso envolvendo um médico latino-americano e não um brasileiro?;

- por que a FSP foi fazer uma matéria nos confins da Amazônia e não na periferia de São Paulo?

Elementar, não?

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